quinta-feira, 27 de maio de 2010

Desatada


Desatei o nó, me livrei da dor que me apertava como um limão em véspera da limonada

Relembrei dos meus caminhos , das minhas metas, reencontrei a ternura dos anos passados.

Meu coração pula quando sente a presença do amanhã, mais intristesse quando se lembra dos pesares de ontem,

um choro nostálgico de alguém que já não se lembra ao certo, o motivo da tristeza.

Triste não é o caminho que traçamos, mais como guiamos o coração entre essas curvas.

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