18h00 saí, coloquei meu pé na rua
Hoje é um dia comum de um mês comum
Faço-me uma pergunta normal, como de habitual
A diferença é que dessa vez parei pra sentir o vento.
O que seria liberdade?
E na hora vêm repostas superficiais e generalizadas
Liberdade deve ser poder sentir o vento como agora
Depois de ficar 10h00 presa dentro de uma empresa
Será?
Será que poder sair nas ruas e correr por ai é ser livre?
Poder andar e pular no abismo e mesmo assim sentindo-se preso.
Ser mímico com as mãos atadas, ser autônomo com horas marcadas?
Presa pelos meus pensamentos, eu sou minha prisão.
Amanhã vou viajar, pegar a estrada e me distânciar
O medo que tenho é de ficar por aqui, mesmo tão longe
Nada de fato existe, nada de fato acontece,
É tudo situações feitas e realizadas pela inconsciência
São todas pesquisas Freudianas constantes.
Um dia paro de ler e me jogo em meio aos pensamentos
Um dia não falo e nem bebo e vou cair em meio ao vazio
Um dia essa busca por mim vai me tomar menos tempo
Um dia o sorriso vai nascer sem perceber, mas um dia, só um dia...
Quando estiver acorrentada e enjaulada,
E mesmo assim livre como uma borboleta
Linda e breve.
Mas depois, porque agora o ônibus esta vindo...
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Crua
Travo uma batalha, como se a solidão fosse cruzada
O sangue derramado percorre o corpo de manhã
A arma é peça passada há tempo enferrujada
Que um dia roubei de uma bonita anfitriã
Lutas diárias contra tudo que já não tem vez
Golpes gerados de um guerreiro franzino
Que não tem força para agarrar com altivez
A arma pesada que lhe conceda o destino
Finda luta eterna, que meu peito é ferido
Das pancadas que me déra sem perdão
Dos pesos do armamento mal usado
Que por fim dilacerou meu coração
O sangue derramado percorre o corpo de manhã
A arma é peça passada há tempo enferrujada
Que um dia roubei de uma bonita anfitriã
Lutas diárias contra tudo que já não tem vez
Golpes gerados de um guerreiro franzino
Que não tem força para agarrar com altivez
A arma pesada que lhe conceda o destino
Finda luta eterna, que meu peito é ferido
Das pancadas que me déra sem perdão
Dos pesos do armamento mal usado
Que por fim dilacerou meu coração
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Proponente
A possibilidade de controlar a mente
A necessidade de aliviar a consciência
A probabilidade de arrancar essas tristezas
Corrompe-me como prostituta
Sensível até o ultimo pelo
Vou me desconstruindo, refazendo
Nada de fixar, nada de reconhecer
Minha verdade é renovável
Lágrimas fatigantes de águas salgadas
Tristezas relevantes de alma tangível
De repente aparece tão presente
Em um corpo navegante, flutuante.
As verdades passam a não existir
As necessidades ficam à flor da pele
O descontrole controlado na fraqueza
Determina essa nova direção.
A necessidade de aliviar a consciência
A probabilidade de arrancar essas tristezas
Corrompe-me como prostituta
Sensível até o ultimo pelo
Vou me desconstruindo, refazendo
Nada de fixar, nada de reconhecer
Minha verdade é renovável
Lágrimas fatigantes de águas salgadas
Tristezas relevantes de alma tangível
De repente aparece tão presente
Em um corpo navegante, flutuante.
As verdades passam a não existir
As necessidades ficam à flor da pele
O descontrole controlado na fraqueza
Determina essa nova direção.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Breu
Sigo assim sem curvas, entrando em vielas
Moro nessa casa velha, que já me cansei de decorar
Essa vizinhança não me conhece, nem aos meus
Sou dessas pessoas que vivem em pleno breu
Trago em meus olhos seu olhar
Na boca,teu paladar, esse fel
Trago comigo toda a tristeza de amar
Levo pra ti, o doce do meu mel.
Moro nessa casa velha, que já me cansei de decorar
Essa vizinhança não me conhece, nem aos meus
Sou dessas pessoas que vivem em pleno breu
Trago em meus olhos seu olhar
Na boca,teu paladar, esse fel
Trago comigo toda a tristeza de amar
Levo pra ti, o doce do meu mel.
domingo, 1 de agosto de 2010
Reflexão 1
Eu tenho amigos em todos os lugares, no bar, na igreja, no teatro, na paulista e na periferia.
Tenho moral, mais não tenho não me toques.
Gosto de sair por ai, sem rumo, pisar na terra e meditar no campo.
Gosto de festas e um pouco de solidão.
Sou um pouco intolerante com pessoas pequenas e medíocres ,que só pensam em si e na sua felicidade, sabe, não dá pra ser feliz machucando os outros. Digo isso aos meus amigos
Tenho uma fé que é inabalável, e apesar de tudo acredito nas pessoas, porém são poucos os merecedores do perdão. Tento viver meus dias como o primeiro e o último.
E viver bem a vida, nada tem a ver com não medir conseqüências dos seus atos. Não arrumo desculpas para minhas atitudes, se eu errei tentarei não repetir, tem gente que se acostuma com o “erro”.
Não tenho mais projetos de vida, não acho isso ou aquilo bonito, só acredito que temos de ter alguns conceitos que são naturalmente desenvolvidos por nós, creio que isso se chama: Autenticidade ou índole.
Não me preocupo em como os meus cenários são belos, ou em como estou bonita em cena. Meu interesse é em como meu espectador sairá de lá, qual sua visão estética do mundo vista de um novo ângulo, me preocupa qual papel exerço nessa sociedade e o que posso fazer para ajudar.
Não quero ser um santo, um mito, só quero fazer a diferença necessária para não passar em vão.
Débora Kateriny .
Tenho moral, mais não tenho não me toques.
Gosto de sair por ai, sem rumo, pisar na terra e meditar no campo.
Gosto de festas e um pouco de solidão.
Sou um pouco intolerante com pessoas pequenas e medíocres ,que só pensam em si e na sua felicidade, sabe, não dá pra ser feliz machucando os outros. Digo isso aos meus amigos
Tenho uma fé que é inabalável, e apesar de tudo acredito nas pessoas, porém são poucos os merecedores do perdão. Tento viver meus dias como o primeiro e o último.
E viver bem a vida, nada tem a ver com não medir conseqüências dos seus atos. Não arrumo desculpas para minhas atitudes, se eu errei tentarei não repetir, tem gente que se acostuma com o “erro”.
Não tenho mais projetos de vida, não acho isso ou aquilo bonito, só acredito que temos de ter alguns conceitos que são naturalmente desenvolvidos por nós, creio que isso se chama: Autenticidade ou índole.
Não me preocupo em como os meus cenários são belos, ou em como estou bonita em cena. Meu interesse é em como meu espectador sairá de lá, qual sua visão estética do mundo vista de um novo ângulo, me preocupa qual papel exerço nessa sociedade e o que posso fazer para ajudar.
Não quero ser um santo, um mito, só quero fazer a diferença necessária para não passar em vão.
Débora Kateriny .
sábado, 24 de julho de 2010
Poemas do coração obscuro
De dentro da alma (feito em dias tristes a muito tempo atrás, essa é minha parte romântica).
Quero que você morra
Quero o prazer de ver seus olhos fechados,
Dentro de uma caixa escura e fria
Para você sentir o que passei em vida
Quero pela última vez que me entenda de fato
Quando começar a chover, isso se tornará ainda mais justo, mais limpo.
Esqueças de tudo que lhe disse em dias de cumplicidade
Pois não és digno de conhecer meus anseios
Jogue fora tudo que te ligas a mim
Pois não tenho extensão para suas más energias
Suas promessas sempre tão doces e cruéis
Lamentável o caminho que segues ser humano
Em busca de diversão e longe dos reais atritos da vida
Palhaços nas cortes, plebeus na platéia com uma vaga ilusão de um instante de felicidade.
Sinta-se Feliz no dia de sua partida. Pois estará saindo de um mundo podre, cheio de você.
Pensando bem, olhando desse ângulo,
Queria que jamais morrestes, para viver eternamente nesse castelo de horrores que é a humanidade.
A vida é o que te desejo de mais lamentável.
Quero que você morra
Quero o prazer de ver seus olhos fechados,
Dentro de uma caixa escura e fria
Para você sentir o que passei em vida
Quero pela última vez que me entenda de fato
Quando começar a chover, isso se tornará ainda mais justo, mais limpo.
Esqueças de tudo que lhe disse em dias de cumplicidade
Pois não és digno de conhecer meus anseios
Jogue fora tudo que te ligas a mim
Pois não tenho extensão para suas más energias
Suas promessas sempre tão doces e cruéis
Lamentável o caminho que segues ser humano
Em busca de diversão e longe dos reais atritos da vida
Palhaços nas cortes, plebeus na platéia com uma vaga ilusão de um instante de felicidade.
Sinta-se Feliz no dia de sua partida. Pois estará saindo de um mundo podre, cheio de você.
Pensando bem, olhando desse ângulo,
Queria que jamais morrestes, para viver eternamente nesse castelo de horrores que é a humanidade.
A vida é o que te desejo de mais lamentável.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Poemas do coração obscuro
Finalmente o fim
Quantas vezes supliquei a Deus
Que me livra-se do fardo que é viver
Quantas noites sonhei em não acordar
Creio que pior que viver e conseguir morrer
Quando acordar lhe parece um peso
As noites se tornam ainda mais amantes
Quando seu rosto parece apático
A escuridão torna-se ainda mais companheira
O sol me queima, as luzes me cegam,
Os cheiros me enjoam e as vozes me enlouquecem
Que sentido há em tudo isso¿
Porque sou obrigada a viver entre esses montes de carnes andantes¿ por que aturar esses animais racionalmente ignorantes¿ pra quê ser um deles¿
Viver a vida cada instânte, não responde aonde chegaremos com tudo isso.
Amar o semelhante, não responde o porquê das guerras e da falta de amor próprio.
As perguntas sem respostas só me tiram a vontade de questionar, a essência da filosofia não me consome mais.
Tudo que sei é que nada quero.
Quantas vezes supliquei a Deus
Que me livra-se do fardo que é viver
Quantas noites sonhei em não acordar
Creio que pior que viver e conseguir morrer
Quando acordar lhe parece um peso
As noites se tornam ainda mais amantes
Quando seu rosto parece apático
A escuridão torna-se ainda mais companheira
O sol me queima, as luzes me cegam,
Os cheiros me enjoam e as vozes me enlouquecem
Que sentido há em tudo isso¿
Porque sou obrigada a viver entre esses montes de carnes andantes¿ por que aturar esses animais racionalmente ignorantes¿ pra quê ser um deles¿
Viver a vida cada instânte, não responde aonde chegaremos com tudo isso.
Amar o semelhante, não responde o porquê das guerras e da falta de amor próprio.
As perguntas sem respostas só me tiram a vontade de questionar, a essência da filosofia não me consome mais.
Tudo que sei é que nada quero.
Poemas do coração obscuro
Rompendo-se
Hoje senti novamente aquele medo
Senti de novo os arrepios na espinha
O peso do mundo em minhas costas
Sei que nada me prende a mim
Sei que a minha alma se pendura
A muito a tristeza me deixou
Mais como boa companheira, não me esqueceu
Posso ver esse nó, posso chorar essa dor
Posso parar de escrever e admitir que
Nem a inspiração me inspira
A beleza não me parece fundamental
O amor não me convence
A fé que era inabalável rompeu seus muros
O silencio é só o que quero
A música que há tempos me emocionou,
Tem agora uma letra fúnebre e triste
Eu posso ser apenas vitima dessa vida cruel,
Dessas pessoas apodrecidas, ou ser o único responsável
Por toda essa escassez.
Posso bradar aos setes ventos, todas as maldições possíveis
Posso cortar minha pele e sentir o sangue expulso das minhas veias, ou posso fingir que não sou daqui,
Assumir essa parte de mim que diz: Vai e esquece que pode pensar, Vai porque atrás de suas fronteiras há um céu de estrelas sem limites.
Mas o medo é tanto que meu céu pode ter fim e menos estrelas que minha dor.
Hoje senti novamente aquele medo
Senti de novo os arrepios na espinha
O peso do mundo em minhas costas
Sei que nada me prende a mim
Sei que a minha alma se pendura
A muito a tristeza me deixou
Mais como boa companheira, não me esqueceu
Posso ver esse nó, posso chorar essa dor
Posso parar de escrever e admitir que
Nem a inspiração me inspira
A beleza não me parece fundamental
O amor não me convence
A fé que era inabalável rompeu seus muros
O silencio é só o que quero
A música que há tempos me emocionou,
Tem agora uma letra fúnebre e triste
Eu posso ser apenas vitima dessa vida cruel,
Dessas pessoas apodrecidas, ou ser o único responsável
Por toda essa escassez.
Posso bradar aos setes ventos, todas as maldições possíveis
Posso cortar minha pele e sentir o sangue expulso das minhas veias, ou posso fingir que não sou daqui,
Assumir essa parte de mim que diz: Vai e esquece que pode pensar, Vai porque atrás de suas fronteiras há um céu de estrelas sem limites.
Mas o medo é tanto que meu céu pode ter fim e menos estrelas que minha dor.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Medo da contradição
Logo eu, que pensei que fosse meu fim,
me deparei com essa luz que hoje ilumina meu dia
Sabia que não demoraria, mais foi rapido demais
Faço poemas ridiculos e nem me dou conta do bem que isso me faz
Mais o que sinto já me basta e agora sei posso mais
Sinto o gelo que jurava ter derretido
Sinto o fogo que sentia ter-se apagado
É tudo muito igual e muito novo
Tento não dizer o que eu acho que sinto por você
Ai de mim!
Ai de mim!
Ai de mim, que ao ve-lo dei de cara com meu oposto, com meu ardor
ai dessa dor que me atinge no mais profundo da alma,
vejo ali o meu fim, a destruição da sanidade.
Não se mostre assim, pois aqui dentro é tão visivel,
visivel aos meus olhos.
Vou levar-te ao tumulo, antes que alguém nós perceba
Porque a podridão dos seres te deixa ainda mais dolorido,
ainda mais cruel, malditos sejam.
me deparei com essa luz que hoje ilumina meu dia
Sabia que não demoraria, mais foi rapido demais
Faço poemas ridiculos e nem me dou conta do bem que isso me faz
Mais o que sinto já me basta e agora sei posso mais
Sinto o gelo que jurava ter derretido
Sinto o fogo que sentia ter-se apagado
É tudo muito igual e muito novo
Tento não dizer o que eu acho que sinto por você
Ai de mim!
Ai de mim!
Ai de mim, que ao ve-lo dei de cara com meu oposto, com meu ardor
ai dessa dor que me atinge no mais profundo da alma,
vejo ali o meu fim, a destruição da sanidade.
Não se mostre assim, pois aqui dentro é tão visivel,
visivel aos meus olhos.
Vou levar-te ao tumulo, antes que alguém nós perceba
Porque a podridão dos seres te deixa ainda mais dolorido,
ainda mais cruel, malditos sejam.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Olhares
Olhe para mim com os olhos de quem não me conhece
Sinta o meu cheiro, com suas narinas virgens
Cruze os meus caminhos, com os pés de um bebe
Fale comigo com um pico de um passarinho
Me escute como a recuperação de um surdo
Pense que sou apenas parte de um mundo
Talvez assim possa me livrar de um julgamento cruel,
vindo de outros dias , outras história
Serei a pele refeita das cobras venenosas
que por si é tão inocente quanto um cordeiro
que me veja como sou hoje, mesmo que o ontem
tenho sido fundamental para tudo que disse agora
Se for capaz de não me rotular, de não me postular
Talvez quem sabe consigamos nos analisar,
Com os olhos da alma.
Sinta o meu cheiro, com suas narinas virgens
Cruze os meus caminhos, com os pés de um bebe
Fale comigo com um pico de um passarinho
Me escute como a recuperação de um surdo
Pense que sou apenas parte de um mundo
Talvez assim possa me livrar de um julgamento cruel,
vindo de outros dias , outras história
Serei a pele refeita das cobras venenosas
que por si é tão inocente quanto um cordeiro
que me veja como sou hoje, mesmo que o ontem
tenho sido fundamental para tudo que disse agora
Se for capaz de não me rotular, de não me postular
Talvez quem sabe consigamos nos analisar,
Com os olhos da alma.
E se...
Talvez se nós conseguissemos nos olhar
Se pudessemos parar, uns de frente aos outros
E tentassemos captar os significos dos beijos das palpebras
E se pudessemos ficar a sós, junto com resto do mundo
E se ao nos ver , pudessemos nos pegar, acariciar
E se o calor da pele fizesse tremer as pernas
Será que assim poderiamos ser melhores?
E se a arte fosse para todos, e se o gozo fosse imediato
Se pudessemos entrar nos corpos uns dos outros e sentir outras dores
Se pudessemos sofrer para o alheio, esses desamores
E se o sofrimente realmente for fonte vital
Se o amor fosse fácil, se o dinheiro não valesse tanto
Talvez o ódio fosse estinto
Se isso tudo fosse parte de uma útopia?
mais se em tudo isso eu realmente acreditasse
talvez assim viveria.
Débora Kateriny...
Se pudessemos parar, uns de frente aos outros
E tentassemos captar os significos dos beijos das palpebras
E se pudessemos ficar a sós, junto com resto do mundo
E se ao nos ver , pudessemos nos pegar, acariciar
E se o calor da pele fizesse tremer as pernas
Será que assim poderiamos ser melhores?
E se a arte fosse para todos, e se o gozo fosse imediato
Se pudessemos entrar nos corpos uns dos outros e sentir outras dores
Se pudessemos sofrer para o alheio, esses desamores
E se o sofrimente realmente for fonte vital
Se o amor fosse fácil, se o dinheiro não valesse tanto
Talvez o ódio fosse estinto
Se isso tudo fosse parte de uma útopia?
mais se em tudo isso eu realmente acreditasse
talvez assim viveria.
Débora Kateriny...
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Quando o amor acaba?
Tenho uma memória fraca, mas nem tanto quanto gostaria.
Quando é que o amor acaba???
O amor acaba quando na sua mente só fica a parte ruim e a parte boa é jogada para o subconsciente, aparecendo às vezes para te trazer um pouco de nostalgia, uma boa nostalgia.
O amor acaba quando não se consegue perdoar um erro, ou quando se repete esse erro.
O amor acaba quando é necessário ter assunto para estar do lado do ser amado
O amor acaba quando não se tem mais medo de admitir que o amor acabou
O amor acaba quando todo o resto do mundo faz sentido sem seu amor, e quando esse mundo
lhe parece interessante.
Mas o amor realmente acaba quando se percebe que ele nem ao menos chegou a começar, que no fundo não a nada que tenha de terminar.
E isso é o fim.
Resposta á: Festa da separação.
Poemas do coração obscuro

Libertário
Presa nessas paredes
Sufocada nesse corpo
Alienada nessa mente
Como farei pra me juntar ¿
Em quantos pedaços pode um ser se desfazer¿
Qual é o limite da dor ¿
Quero andar por ai, quero sair e voar
Quero ao menos aprender a sangrar
Sangrar de verdade, ate a ultima gota,
Respirar para sentir o sopro final
Agonizar um grito preso
Sentir a fadigada batida do coração
A mente em coma, só com a consciência do próprio fim.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Desatada
Desatei o nó, me livrei da dor que me apertava como um limão em véspera da limonada
Relembrei dos meus caminhos , das minhas metas, reencontrei a ternura dos anos passados.
Meu coração pula quando sente a presença do amanhã, mais intristesse quando se lembra dos pesares de ontem,
um choro nostálgico de alguém que já não se lembra ao certo, o motivo da tristeza.
Triste não é o caminho que traçamos, mais como guiamos o coração entre essas curvas.
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