O que sinto não sei dizer
O que posso não quero
O que quis não sou
Em minhas mãos a tão sonhada estrela,
Apagada.
Não a busquei seria obvio, ela veio e sem cair, pousou
Ah delicado corpo celeste, sua silhueta me comove
Acabara sua luz, enfatizando suas belezas naturais
Mostre-te morta, fria, cruel e compara-te a nós, meros mortais
Complexa, simples, crua e nua, te contemplo, fosca, imensa
Pois o seu brilho é para o mundo e sua essência me pertence.
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