Logo eu, que pensei que fosse meu fim,
me deparei com essa luz que hoje ilumina meu dia
Sabia que não demoraria, mais foi rapido demais
Faço poemas ridiculos e nem me dou conta do bem que isso me faz
Mais o que sinto já me basta e agora sei posso mais
Sinto o gelo que jurava ter derretido
Sinto o fogo que sentia ter-se apagado
É tudo muito igual e muito novo
Tento não dizer o que eu acho que sinto por você
Ai de mim!
Ai de mim!
Ai de mim, que ao ve-lo dei de cara com meu oposto, com meu ardor
ai dessa dor que me atinge no mais profundo da alma,
vejo ali o meu fim, a destruição da sanidade.
Não se mostre assim, pois aqui dentro é tão visivel,
visivel aos meus olhos.
Vou levar-te ao tumulo, antes que alguém nós perceba
Porque a podridão dos seres te deixa ainda mais dolorido,
ainda mais cruel, malditos sejam.
terça-feira, 22 de junho de 2010
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