Olhe para mim com os olhos de quem não me conhece
Sinta o meu cheiro, com suas narinas virgens
Cruze os meus caminhos, com os pés de um bebe
Fale comigo com um pico de um passarinho
Me escute como a recuperação de um surdo
Pense que sou apenas parte de um mundo
Talvez assim possa me livrar de um julgamento cruel,
vindo de outros dias , outras história
Serei a pele refeita das cobras venenosas
que por si é tão inocente quanto um cordeiro
que me veja como sou hoje, mesmo que o ontem
tenho sido fundamental para tudo que disse agora
Se for capaz de não me rotular, de não me postular
Talvez quem sabe consigamos nos analisar,
Com os olhos da alma.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário